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O 17º Congresso Jurídico do Unifip discutiu Ciências Criminais no âmbito nacional e internacional

O evento aconteceu de 05 a 07 de novembro.

Yammara Fernandes
sexta-feira, 8 de novembro de 2019

O 17º Congresso Jurídico do Unifip trouxe através de conferências, palestras, grupos de trabalhos e minicursos, o diálogo, a troca de experiências e de conhecimentos científicos no campo das Ciências Criminais, através do intercâmbio nacional e internacional entre os mais variados e reconhecidos estudiosos e pesquisadores do meio jurídico e áreas afins.

O coordenador do curso de Direito, André Gomes fala do modelo do 17º congresso, “É uma responsabilidade imensa. O congresso atinge não só um dado de 17 edições, e sim, uma marca histórica de está trazendo dentro da área de Ciências Criminais, o maior doutrinador nessa área. Imagine durante quatro períodos nossos alunos que discutem direito penal, enquanto estão em sala de aula, estudam com ele. Advogados em seus Juris, em suas defesas, utilizam a doutrina de Greco. Então é uma felicidade imensa conseguir trazer para o nosso Centro Universitário”. Conclui

Ao reunir publicamente reconhecidos professores, pesquisadores e estudantes das mais variadas Instituições de Ensino Superior e cidades vizinhas, o Congresso, objetivou desenvolver ainda mais a ênfase no olhar interdisciplinar sobre as ciências criminais, como conta o palestrante do primeiro dia, Rogério Greco, “Eu estou impressionado com o evento. Um congresso bacana, grande e tradicional. Hoje em dia os congressos tem diminuído nos últimos tempo, e manter 17 edições é um sucesso absurdo”.

Rogério Greco falou ainda da escolha do tema, Ciências Criminais, “Tem muita coisa para conversar e aprender. A gente vive numa crise muito forte hoje no Direito Penal. Essa crise se estende pelo executivo, legislativo e poder judiciário.  A ideia é mostrar um pouco para os congressistas o que tenho vivido. Fiquei trinta anos no Ministério Público, só trabalhei no crime, então assim, eu conheço o que acontecendo por dentro, a violência mudou, então o momento é interessante para estarmos discutindo”. Finaliza.

Com um mercado competitivo nos dias de hoje, Amanda Melo, perita criminal e palestrante da última noite, fala da importância do tema para nós sertanejos, “Primeiro de tudo, ampliar o conhecimento. Esse é o principal fator positivo de trazer temas em eventos como esse. Segundo e não menos importante, é trazer esperança e motivação para a cabeça dos alunos, porque muitos deles acabam saindo da faculdade ainda em um mundo fechado, sem saber das inúmeras possibilidades que eles podem ter com aquela profissão. Então trazer u congresso rico com profissionais de diversas áreas, é fascinantes. Temos obrigação de mostrar a eles que, com conhecimento eles podem ser o que quiserem”. Finaliza.

Com mais de 700 inscritos o 17º Congresso Jurídico do Unifip, está consolidado como referência nacional e internacional no estudo de excelência na temática, notadamente por sua postura transdisciplinar em refletir sobre o complexo fenômeno da violência e seu impacto nas ciências criminais, sendo avaliado como um dos maiores eventos de Direto do país.

 

 


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